Olá você.
O tema de hoje é o reconhecimento, ainda que tardio, a um espetáculo que podemos contemplar todos os dias. Podemos, mas pouco fazemos, é verdade.
Olá você.
O tema de hoje é o reconhecimento, ainda que tardio, a um espetáculo que podemos contemplar todos os dias. Podemos, mas pouco fazemos, é verdade.
Hoje quero compartilhar mais uma poesia de BH, da minha BH, da BH de todos os mineiros. Essa preciosidade de cidade, tão exaltada na literatura e na música, é a capital de um dos estados de maior extensão territorial do país, no qual existe muita deversidade e, infelizmente muito desbalanço entre as economias dos municípios.
Dias desses me deparei com a seguinte pergunta? “Seriam os poetas sofredores por essência?
Olá anônimos!
Vamos de verso Danielano, porque a gente envelhece mas a vontade de falar de sentimentos nunca desaparece...
Segue mais um verso danielano. Entre outras coisas, esse verso diz que ainda estou aqui. E que ainda sinto que tenha muito a colaborar. Mas a velha desculpa do tempo segue me atrapalhando. Vamos devagar, "plantando tijolinhos" desse meu diário cada vez mais particular.
Gente! Faz quase um ano que não escrevo nada aqui!
Não é por falta de vontade, e sim por falta de tempo. Quanto tempo envolto em trabalho, projetos, pensamentos que acabei inventando outras formas de curar minhas feridas, ou encontrei esconderijos melhores para escondê-las.
Olá pessoal! O ano segue bem criativo. Segue o verso Danielano dessa sexta-feira!
Ontem vi uma interessante matéria sobre uma planta que pode matar o ser humano em vinte minutos.
Entre os anos de 2018 e 2019 desenvolvi um blog um pouco mais dark, digamos assim. Entitulado "A Casa dos Pensamentos", o blog tinha a intenção de desenvolver uma suposição de poesias do "pré e post morten", se conseguem compreender. Valeu demais ter desenvolvido esse blog, que fica lá com uma parte da minha história, ainda que muito do conteúdo lá não esteja revisado da maneira que eu gostaria.
Segue o primeiro texto que desenvolvi naquele blog, que pode ser acessado aqui:
Esse trecho da música de Lulu Santos sempre me chamou a atenção, mesmo quando eu só tinha o lado zen para ver. Não via as pedras no caminho, pois a minha ignorância misturada com inocência só me permitia compreender que o mundo era belo, se é.
Como eu disse, assunto rendeu. E gerou inclusive mais uma poesia. Vamos lá...