Saudade de Belo Horizonte

Hoje quero compartilhar mais uma poesia de BH, da minha BH, da BH de todos os mineiros. Essa preciosidade de cidade, tão exaltada na literatura e na música, é a capital de um dos estados de maior extensão territorial do país, no qual existe muita deversidade e, infelizmente muito desbalanço entre as economias dos municípios.

E é claro que, além dessas diferenças, BH têm inúmeros problemas e eu não quero tapar o Sol om a peneira. Não se trata de uma adoração insana e sem razões. Tenho a questão da cidade natal, além de uma série de outras coisas para que eu me encha de orgulho ao falar de BH. E eu espero, ainda que não tenha controle sobre, que essa situação assim permaneça. 

Vamos aos versos danielanos de hoje...

Estou escrevendo antes

Porque preciso administrar as emoções

Todo ano é a mesma coisa.

Fico assim quanto te vejo

E se aproxima a hora do nosso encontro

E eu não me controlo.

É um combo de sensações

Que tomam conta do meu ser

Os olhos ficam tão marejados

E transbordam de felicidade, mesmo sem querer

Quando começo a perceber que estou me aproximando

Essa ansiedade vai me dominando.

Meu sorriso vai brotando

O batimento do coração se multiplicando

Até o momento em que eu passo a te reconhecer

Imponente entre as montanhas

Observo suas formas como se fosse a primeira vez

Tudo passa tão depressa

São tão poucos dias

E uma nova contagem recomeça

BH, logo a gente se vê de novo.

Enquanto isso, administro essa saudade que não cessa.


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